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quarta-feira, 16 de abril de 2014

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Depois de um convívio ameno no fim de semana passado, contamos agora os dias para mais uma aventura. Sinto-te entusiasmada. Cada vez mais liberta, solta, das amarras que trazemos. Tens desejo de aventura e de descoberta a dois. Temos conhecido pessoas diferentes, tão diferentes como nós. Pessoas que desejam dividir-se também, partilhar as coisas intimas que somos nos gemidos que ganimos. Pessoas que se procuram, que se insinuam, se desejam. Começa a desaparecer o medo inicial do desconhecido e a instalar-se um conforto de quem conhece o caminho. Vamos suaves, calculados, muito firmes de nós...vamos...avaliamos depois, anda...
Numa noite que tinha imaginado na tua cabeça ser hoje tens combinado saírem. Só tu e ela e por dois instantes perdes fio ao mundo real, às coisas que te aborrecem por escassez de magia plena ou sedutora banalidade. Aceitas um duche fresco, vestes o teu melhor pano e pousas na cama tempo suficiente para poderes calçar um dos sapatos que reservas para dias de festa. E é aí que o teu mundo pára, se detém. Suspende a gravidade que o alimenta e te deixa sem reacção aparente. Ao fundo ela, o vestido negro, o cabelo liso, longo. Dobra-se, percorre o fecho da bota, o vestido que abre e revela a liga. Tu nada. Olhos. Criança em dia de circo. Uma outra mulher que, sem que percebas como, entrou no teu quarto, vinda de um banho quente e, te tomou de assalto o peito. Coração a galope. Sentes uma rajada de vida e coisas que te inundam as veias e te dizem em segredo que a amarás para sempre. Trata-te pelo nome como se te conhecesse de uma vida inteira e tu nada. Só olhos e silêncio. Tão sedutoramente feminina que te perguntas porque haveria de Deus premiar-te com tanto. O que fizeste tu afinal? Onde tens andado? Atravessa a distância que vos separa e num beijo longo pede que nunca a deixes. Mãos que se apertam. Carne igual. Una. Tu nada ainda. Se te deixo? Quem és tu? De onde vens? Onde tens estado? Vens comigo? Perguntas e respostas que te enchem de coisas e letras numa cabeça que não quer destino nem perdão. Já, agora. Vamos? Dás um beijo apertado aos miúdos e sais com ela pela mão. És imortal. Tens quinze anos quando o elevador te oferece à rua. Ao teu lado, uma mulher como ela, e o mundo é afinal inofensivo. Enches o peito de orgulho e entras na festa, vindo da guerra. Tu sangue, vinho, Sparta, tónus definido, suor e fúria. És o Alfa. Orgia romana. Esta noite és tu e ela. Não fazes ideia de onde veio esta mulher que Deus te deu mas queres que volte. Que fique ao teu lado uma vida. Tu ficarás…até que a vida e Ele te permitam. Ela tira o vestido e dança contigo. Entregues. Gotas de Gin que te desenham o corpo e que ela te lambe na pele. Cria aninhada em ti. Amo-te. Diz-te ao ouvido antes q a língua te arrepie e te percorra as costas num golpe de sedução. Amo-te. Diz-me o teu nome…sedutor mistério…

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Aventura 2;
Ida ao clube. Noite de festa como norma e hoje, só hoje ainda, subida ao quarto. Só nós. Pergunto-te se vamos convidar alguém e viver uma pequena grande aventura. Tu acenas que sim. Hesitas entre desejo e todos os receios de que nos veste a inexperiência. E então? Temos de partir de um qualquer ponto, desde que juntos, verdadeiros, apaixonados. Divido contigo um olhar parado de silêncio. Sorrio-te e parto para trazer comigo alguém especial. Regresso só afinal. Tu espanto, estranheza, mas quieta sobre a cama. O teu vestido preto, os sapatos elegantes...tudo em ti me promove calor, tentação. Anúncio que lhes lancei o convite e sento-me ao teu lado, semi-despidos, porta do quarto entre-aberta...eles ali já. Tu tensa mas aqui. Concentrada em nós, neles, nisto. Há uma adrenalina que te faz refém e que desafias conhecer ao mesmo tempo. Queremos melhorar o episódio 1 e ainda assim conseguir um resultado diferente. Superior. Mais nosso. Sem pressão...a pressão normal. A pressão é a única roupa que não sabemos despir naquela hora, e eles cientes, evidentemente. Sorrisos compreensivos. Sentes empatia e carinho. Dois minutos passados e estamos deitados os 4 lado a lado. Conversa amena sobre experiências passadas e futuras. Gente, o clube, pessoas e factos. Agradável, autêntico...acolhedor. Eles mais experientes, nós seguros disso. O clube é ja meia casa. Começo a senti-los como amigos. Já não só conhecidos, sabes? E é tudo tão melhor quando estás em tua casa. É estranha esta familiaridade e ao mesmo tempo tão amiga do momento. Avançamos e assumimos a noite, o momento. Do outro lado eles beijam-se, tocam-se, ligam motores. Não fazemos a menor ideia do que estamos a fazer mas ainda assim vamos. Ora loucos ora conscientes. Vamos. Estamos lado a lado a trocar intimidade quando te chego a ela. Vocês. Lembro-me de coisas, imagens. Tu nela. Os teus dedos nela...ela nele. Eles, nós. Havia um compromisso elegante e depois mais nada. Só carne, suor e fogo. Lembro-me da tua língua nela a par dos dedos, eu no teu ouvido, língua, gemidos..."gostas?". Havia entre vocês o pecado da carne e nós ali. Eu em ti, ele nela. Juntos. Tão juntos que a sentia respirar no meu ouvido, que a sentia curvar as costas de prazer. A intimidade dividida traz um fogo que consome florestas de coisas sem que percebas como. É tão sedutor e tentador que te apavora. Ao mesmo tempo, cocaína de coisas que sentes por dentro. Vício da carne a que te comprometes. Tu no peito dela, ela em ti. Lembro-me dela em ti. Tu em mim...que loucura. Tentas ser racional e toma-se a noção de que tudo aquilo resvala numa questão de segundos. É como um carro a alta velocidade e a ilusão de que és tu a decidir...que és tu a pedir mais...tão mais...

terça-feira, 11 de junho de 2013

Era novamente sábado. Noite das noites. Fizemos das forças vontade e fomos. Na noite...sem rumo mas destinados. Fomos ao encontros deles e dali para a aventura do club. Gente simpática, recepção calorosa, um café, conversa solta. És novidade mas não te querem novo. Querem-te do costume, sereno, com eles. Um deles. Tão bom e tão estranho ao mesmo tempo. E vamos. Sinto-te a mão apertada. Mistura de fantasia e receios, avanços e recuos. Desta vez é tudo novo, sem mais ninguém. E fomos. Lá em baixo a pista e um Gin que nos arranca ao chão, à realidade. E um após outro vamos levitando, entregues. Eu e tu na pista, com eles, todos eles. Semi-nus. Corpos. Carne em balanço. Insinuação. Tu e elas, juntas, numa provocação bem disposta de noite sem complexos. Tu já sem vestido. Ligas. Transparências. Elas o mesmo. Sensuais todas vocês. Tranças de corpos e ritmo. Ao fundo a música, os outros. E há espaço e tempo. Um body shot, outro Gin, tu e elas, risos, compromisso. Uma química de coisas que não valem nada mas que nos mudam o mundo e a noite. Ao fundo a sala escura, e eu entregue a ti. Nós. A língua em ti. Tu arcos de cosias que gostas. As mãos firmes em ti. Rédea firme, curta. E fizemos amor co fúria, entregues, deliciados, determinados ao final feliz. Devolvidos á pista e aos bons momentos que nos ofereciam. Ninguém te aperta ou te censura. Danças a música, jogas o jogo, cúmplice. Na subida aos quartos outra hora de calor. Mais de ti e eu a devorar-te por fora, por dentro. Foi a noite assim e fechou-se o pano num petisco de boa disposição e cervejas geladas. Foi um prazer tudo. És um prazer imenso...

domingo, 2 de junho de 2013

Ontem era Domingo, sol e calor. Era tudo e uma manhã serena. Eu e tu, nós...a noite não ficou fechada ou sequer definida. Não são ilusões ou desilusões, são imperfeitas histórias que nos obrigam a refletir. E ali, os dois, surgiu-te o prazer e numa fome de resolver a noite que não se resolveu fizemos um incêndio que durou horas. Devorei-te com a língua e tu mais. Percorri-te com as mãos e tu em mim. Fizemos amor com entrega e repetimos até ser possível ao corpo devolver resposta...porque a noite essa, devolveu resposta sem que a tenhamos compreendido. Num sentido ausente de justiça. Num julgamento quieto, cavo de razão...

quinta-feira, 30 de maio de 2013

terça-feira, 28 de maio de 2013

Quando leres isto lembra-te de escutar YOU ARE THERE da Stacey Kent; era uma daquelas noites de sábado. Havia desejo, motivo e oportunidade. Fomos. Já fizeste amor ao lado de alguém? Sem culpa, passado ou julgamento? Ali ao lado. Pele com pele…carne e desejo? Mas queres, sinto-o. Ambos sentimos. E fomos. Estivemos. Foi bom. Havia um café à mesa, sorrisos, cumplicidade envergonhada e as horas que voavam. Havia um club de morada incerta, sorrisos de atrapalhação, mas vontade. A noite fez-se madrugada e a visita com eles tornou-se íntima. Tão íntima. Elas sorrisos, olhos, empatia. Vejo-te daqui a ti, a ela. Tão sensuais. Tão elegantes. Eles um copo, outro, uma gargalhada cúmplice, feras de circo que se medem, mas unidos numa guerra que se quer vencida. Era afinal tão mais do que os planos que desenhas no papel das ideias vagas. E havia sedução eminente, corpos suados, cantos escuros, gente que quer, que olha e deseja, uma balada de cego que, ao longe, abafada competia com gemidos de cria e a carne morna. Foi tudo isto e num momento, o quarto. Primeiro nós…tu em mim, eu em ti. Rasgas-me a roupa, puxas, procuras pele. Fome um do outro, corpos, a tua mão em mim, eu em ti. Tão derradeiros. Depois a porta. Eles. O coração salta. Queres? Vamos? Nada. Entraram e nós ali, entregues, eu em ti, ainda. Tu em mim. Ela despida na cama, ele nela. Corpos. Depois nós. Massa de gente, braços, pernas, mãos…e explodiam mil partículas de desejo que deixámos entornar na cama. Proximidade. Elas. Toque, sedução, carícias…o coração a mil. A tua mão na pele dela, um beijo, lábios, dedos, calor…e eles em nós, nós neles. É tudo tão mais do que a cabeça concebe. Átomos de prazer, instável, poder avassalador. Gemidos meigos, uma mão de alguém, uma pele que descubro, cabelo solto, outro gemido, corpos quentes. E eles rendidos. Elas aos comandos. Partilha, proximidade. Sexo. A língua em ti. Tão quente. Ela o mesmo. Eles tão próximos. Aqui. Uma química sem fórmula em que 2 e 2 foram 1…álgebra das coisas que não se explicam. Se devoram depressa porque a vida é curta e sem sentido. Nós paixão, por eles. Foi tão arrebatadoramente bom! Achas que sábado será melhor?...amo-te tanto.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

E erguida das coisas que somos fazes do prazer que temos uma mimica só tua. Máscara de prazer. E agitas com vigor o corpo para frente e para trás numa incessante luta contra o orgasmo que queres ver adiado para teres direito a tudo o que é teu...

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Take 0

Passada a fase de testes e experiências, inovações, avanços e recuos somos finalmente a anunciar o inicio oficial do elesjuntos.blogspot.pt. Aqui vamos nós...

Depois de ver e ler a experiência vivida entre os casal sexyrabbits e os cerejas, ficámos entusiasmados e passámos a noite com caricias entre conversas sobre como eventualmente seria connosco. Com a ajuda do casal sexyrabbits percebemos melhor este mundo e as possíveis variações do swing, a partir do qual desmantelámos muitas ideias pré-concebidas.

Ela começou a aquecer e a pedir para que Ele lhe relatasse um encontro imaginário com um outro casal. Até onde iríamos, o que gostaríamos? De acordo com o que tínhamos ficado a saber existe afinal o soft-swing; uma versão em que os casais se envolvem de forma aproximada e menos directa, ainda assim, muito excitante. No calor de toda esta imaginação Ela confessou que tem curiosidade e que gostaria de fazer sexo num espaço onde outros casais também. Olhar de soslaio para a troca de carícias entre outros, ouvi-los gemer e a excitação de todo esse ambiente trouxe a ideia de que passado o nervoso inicial tudo deve ser muito divertido e estimulante. Só com a conversa e imaginação, Ele e Ela começaram a aquecer. Ela humedece só de se imaginar com o frio na barriga de outra mulher lhe tocar e beijar e de quanto isso a excitaria. Ele, só de pensar na imagens delas juntas na troca de carícias começa a ficar duro e penetra-a. As palavras dos SexyRabbits e a imaginação a trabalhar deixaram que os corpos fizessem o resto. Houve calor e loucura suficientes para o orgasmo repetido vezes e vezes...

Foi muito divertido poder imaginar as fantasias descritas pelos SexyRabbits e os Cereja. Para quem começa neste mundo tudo isto tem uma mistura de alucinação, provocação e loucura. Pelo meio, o tesão enorme de ser mosca e ver como se sobrevive a um primeiro destes momentos. Deve ser a adrenalina pura entre desejo e receios. A química perfeita, o afrodisíaco derradeiro...