quarta-feira, 13 de agosto de 2014

"ELESJUNTOS" Topas?...mas realidade, verdade, poética, erotismo...menos lixo tóxico, banalidade, vulgaridade!

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Depois de um convívio ameno no fim de semana passado, contamos agora os dias para mais uma aventura. Sinto-te entusiasmada. Cada vez mais liberta, solta, das amarras que trazemos. Tens desejo de aventura e de descoberta a dois. Temos conhecido pessoas diferentes, tão diferentes como nós. Pessoas que desejam dividir-se também, partilhar as coisas intimas que somos nos gemidos que ganimos. Pessoas que se procuram, que se insinuam, se desejam. Começa a desaparecer o medo inicial do desconhecido e a instalar-se um conforto de quem conhece o caminho. Vamos suaves, calculados, muito firmes de nós...vamos...avaliamos depois, anda...
Numa noite que tinha imaginado na tua cabeça ser hoje tens combinado saírem. Só tu e ela e por dois instantes perdes fio ao mundo real, às coisas que te aborrecem por escassez de magia plena ou sedutora banalidade. Aceitas um duche fresco, vestes o teu melhor pano e pousas na cama tempo suficiente para poderes calçar um dos sapatos que reservas para dias de festa. E é aí que o teu mundo pára, se detém. Suspende a gravidade que o alimenta e te deixa sem reacção aparente. Ao fundo ela, o vestido negro, o cabelo liso, longo. Dobra-se, percorre o fecho da bota, o vestido que abre e revela a liga. Tu nada. Olhos. Criança em dia de circo. Uma outra mulher que, sem que percebas como, entrou no teu quarto, vinda de um banho quente e, te tomou de assalto o peito. Coração a galope. Sentes uma rajada de vida e coisas que te inundam as veias e te dizem em segredo que a amarás para sempre. Trata-te pelo nome como se te conhecesse de uma vida inteira e tu nada. Só olhos e silêncio. Tão sedutoramente feminina que te perguntas porque haveria de Deus premiar-te com tanto. O que fizeste tu afinal? Onde tens andado? Atravessa a distância que vos separa e num beijo longo pede que nunca a deixes. Mãos que se apertam. Carne igual. Una. Tu nada ainda. Se te deixo? Quem és tu? De onde vens? Onde tens estado? Vens comigo? Perguntas e respostas que te enchem de coisas e letras numa cabeça que não quer destino nem perdão. Já, agora. Vamos? Dás um beijo apertado aos miúdos e sais com ela pela mão. És imortal. Tens quinze anos quando o elevador te oferece à rua. Ao teu lado, uma mulher como ela, e o mundo é afinal inofensivo. Enches o peito de orgulho e entras na festa, vindo da guerra. Tu sangue, vinho, Sparta, tónus definido, suor e fúria. És o Alfa. Orgia romana. Esta noite és tu e ela. Não fazes ideia de onde veio esta mulher que Deus te deu mas queres que volte. Que fique ao teu lado uma vida. Tu ficarás…até que a vida e Ele te permitam. Ela tira o vestido e dança contigo. Entregues. Gotas de Gin que te desenham o corpo e que ela te lambe na pele. Cria aninhada em ti. Amo-te. Diz-te ao ouvido antes q a língua te arrepie e te percorra as costas num golpe de sedução. Amo-te. Diz-me o teu nome…sedutor mistério…

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Aventura 2;
Ida ao clube. Noite de festa como norma e hoje, só hoje ainda, subida ao quarto. Só nós. Pergunto-te se vamos convidar alguém e viver uma pequena grande aventura. Tu acenas que sim. Hesitas entre desejo e todos os receios de que nos veste a inexperiência. E então? Temos de partir de um qualquer ponto, desde que juntos, verdadeiros, apaixonados. Divido contigo um olhar parado de silêncio. Sorrio-te e parto para trazer comigo alguém especial. Regresso só afinal. Tu espanto, estranheza, mas quieta sobre a cama. O teu vestido preto, os sapatos elegantes...tudo em ti me promove calor, tentação. Anúncio que lhes lancei o convite e sento-me ao teu lado, semi-despidos, porta do quarto entre-aberta...eles ali já. Tu tensa mas aqui. Concentrada em nós, neles, nisto. Há uma adrenalina que te faz refém e que desafias conhecer ao mesmo tempo. Queremos melhorar o episódio 1 e ainda assim conseguir um resultado diferente. Superior. Mais nosso. Sem pressão...a pressão normal. A pressão é a única roupa que não sabemos despir naquela hora, e eles cientes, evidentemente. Sorrisos compreensivos. Sentes empatia e carinho. Dois minutos passados e estamos deitados os 4 lado a lado. Conversa amena sobre experiências passadas e futuras. Gente, o clube, pessoas e factos. Agradável, autêntico...acolhedor. Eles mais experientes, nós seguros disso. O clube é ja meia casa. Começo a senti-los como amigos. Já não só conhecidos, sabes? E é tudo tão melhor quando estás em tua casa. É estranha esta familiaridade e ao mesmo tempo tão amiga do momento. Avançamos e assumimos a noite, o momento. Do outro lado eles beijam-se, tocam-se, ligam motores. Não fazemos a menor ideia do que estamos a fazer mas ainda assim vamos. Ora loucos ora conscientes. Vamos. Estamos lado a lado a trocar intimidade quando te chego a ela. Vocês. Lembro-me de coisas, imagens. Tu nela. Os teus dedos nela...ela nele. Eles, nós. Havia um compromisso elegante e depois mais nada. Só carne, suor e fogo. Lembro-me da tua língua nela a par dos dedos, eu no teu ouvido, língua, gemidos..."gostas?". Havia entre vocês o pecado da carne e nós ali. Eu em ti, ele nela. Juntos. Tão juntos que a sentia respirar no meu ouvido, que a sentia curvar as costas de prazer. A intimidade dividida traz um fogo que consome florestas de coisas sem que percebas como. É tão sedutor e tentador que te apavora. Ao mesmo tempo, cocaína de coisas que sentes por dentro. Vício da carne a que te comprometes. Tu no peito dela, ela em ti. Lembro-me dela em ti. Tu em mim...que loucura. Tentas ser racional e toma-se a noção de que tudo aquilo resvala numa questão de segundos. É como um carro a alta velocidade e a ilusão de que és tu a decidir...que és tu a pedir mais...tão mais...

terça-feira, 11 de junho de 2013

Era novamente sábado. Noite das noites. Fizemos das forças vontade e fomos. Na noite...sem rumo mas destinados. Fomos ao encontros deles e dali para a aventura do club. Gente simpática, recepção calorosa, um café, conversa solta. És novidade mas não te querem novo. Querem-te do costume, sereno, com eles. Um deles. Tão bom e tão estranho ao mesmo tempo. E vamos. Sinto-te a mão apertada. Mistura de fantasia e receios, avanços e recuos. Desta vez é tudo novo, sem mais ninguém. E fomos. Lá em baixo a pista e um Gin que nos arranca ao chão, à realidade. E um após outro vamos levitando, entregues. Eu e tu na pista, com eles, todos eles. Semi-nus. Corpos. Carne em balanço. Insinuação. Tu e elas, juntas, numa provocação bem disposta de noite sem complexos. Tu já sem vestido. Ligas. Transparências. Elas o mesmo. Sensuais todas vocês. Tranças de corpos e ritmo. Ao fundo a música, os outros. E há espaço e tempo. Um body shot, outro Gin, tu e elas, risos, compromisso. Uma química de coisas que não valem nada mas que nos mudam o mundo e a noite. Ao fundo a sala escura, e eu entregue a ti. Nós. A língua em ti. Tu arcos de cosias que gostas. As mãos firmes em ti. Rédea firme, curta. E fizemos amor co fúria, entregues, deliciados, determinados ao final feliz. Devolvidos á pista e aos bons momentos que nos ofereciam. Ninguém te aperta ou te censura. Danças a música, jogas o jogo, cúmplice. Na subida aos quartos outra hora de calor. Mais de ti e eu a devorar-te por fora, por dentro. Foi a noite assim e fechou-se o pano num petisco de boa disposição e cervejas geladas. Foi um prazer tudo. És um prazer imenso...

domingo, 2 de junho de 2013

Ontem era Domingo, sol e calor. Era tudo e uma manhã serena. Eu e tu, nós...a noite não ficou fechada ou sequer definida. Não são ilusões ou desilusões, são imperfeitas histórias que nos obrigam a refletir. E ali, os dois, surgiu-te o prazer e numa fome de resolver a noite que não se resolveu fizemos um incêndio que durou horas. Devorei-te com a língua e tu mais. Percorri-te com as mãos e tu em mim. Fizemos amor com entrega e repetimos até ser possível ao corpo devolver resposta...porque a noite essa, devolveu resposta sem que a tenhamos compreendido. Num sentido ausente de justiça. Num julgamento quieto, cavo de razão...

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Take 0

Passada a fase de testes e experiências, inovações, avanços e recuos somos finalmente a anunciar o inicio oficial do elesjuntos.blogspot.pt. Aqui vamos nós...

Depois de ver e ler a experiência vivida entre os casal sexyrabbits e os cerejas, ficámos entusiasmados e passámos a noite com caricias entre conversas sobre como eventualmente seria connosco. Com a ajuda do casal sexyrabbits percebemos melhor este mundo e as possíveis variações do swing, a partir do qual desmantelámos muitas ideias pré-concebidas.

Ela começou a aquecer e a pedir para que Ele lhe relatasse um encontro imaginário com um outro casal. Até onde iríamos, o que gostaríamos? De acordo com o que tínhamos ficado a saber existe afinal o soft-swing; uma versão em que os casais se envolvem de forma aproximada e menos directa, ainda assim, muito excitante. No calor de toda esta imaginação Ela confessou que tem curiosidade e que gostaria de fazer sexo num espaço onde outros casais também. Olhar de soslaio para a troca de carícias entre outros, ouvi-los gemer e a excitação de todo esse ambiente trouxe a ideia de que passado o nervoso inicial tudo deve ser muito divertido e estimulante. Só com a conversa e imaginação, Ele e Ela começaram a aquecer. Ela humedece só de se imaginar com o frio na barriga de outra mulher lhe tocar e beijar e de quanto isso a excitaria. Ele, só de pensar na imagens delas juntas na troca de carícias começa a ficar duro e penetra-a. As palavras dos SexyRabbits e a imaginação a trabalhar deixaram que os corpos fizessem o resto. Houve calor e loucura suficientes para o orgasmo repetido vezes e vezes...

Foi muito divertido poder imaginar as fantasias descritas pelos SexyRabbits e os Cereja. Para quem começa neste mundo tudo isto tem uma mistura de alucinação, provocação e loucura. Pelo meio, o tesão enorme de ser mosca e ver como se sobrevive a um primeiro destes momentos. Deve ser a adrenalina pura entre desejo e receios. A química perfeita, o afrodisíaco derradeiro...